A parte cara de dado público não é obter: é descobrir que saiu, arrumar o que veio torto e conseguir cruzar com o resto. A assinatura entrega esse caminho inteiro pronto, no seu recorte e dentro do seu sistema — com analista do outro lado, não com um formulário de suporte.
Secretaria estadual, séries federais de mortalidade, CNJ, SISDEPEN, PRF, IBGE. Quando sai base nova, ela entra no nosso pipeline — você não precisa descobrir que saiu, nem baixar, nem conferir se o layout mudou. Quando um estado não publica, a obtenção é nossa.
Município por código do IBGE, bairro reconhecido, janela comum, taxa com população do Censo, percentil dentro do estado. É a parte que consome o mês inteiro de quem faz sozinho. Aqui ela já está pronta e testada, porque é a mesma que sustenta o site no ar.
Não é um dump para o seu time interpretar: vem no seu recorte, com fonte e data-base em cada linha, e com analista do outro lado. O cruzamento que você pedir — crime com saúde, com trânsito, com renda, com território — entra na entrega em vez de virar um ticket.
A cada base nova publicada, o seu recorte é reprocessado com o mesmo método, e o histórico continua comparável entre as entregas. Toda recorrência mora aqui: o relatório, inclusive o sob medida, é a foto de uma data-base.
Nenhum desses erros grita: todos dão um número plausível, e errado. O método inteiro está aberto em metodologia.
Não existe chave automática: o escopo — estados, volume, frequência, cruzamentos — é escrito junto, e é isso que garante a lista inteira na mesma janela.